Eu me calo, silencio.
Nenhuma resposta posso dar
à tua pele que me dá água na boca,
à tua silhueta...
Contemplo-te, com medo das minhas ações.
Dificilmente tolero que tenha que ser assim.
Você não me guiará pelos teus caminhos,
não viverei minha perdição.
Haverá sempre este canto áspero do universo,
este diamante mal lapidado,
este mundo.
Coleciono deslumbres que não ocorrem.
à tua silhueta...
Contemplo-te, com medo das minhas ações.
Dificilmente tolero que tenha que ser assim.
Você não me guiará pelos teus caminhos,
não viverei minha perdição.
Haverá sempre este canto áspero do universo,
este diamante mal lapidado,
este mundo.
Coleciono deslumbres que não ocorrem.
Coleciono infinitos que nunca têm início
porque nunca beijo tuas mãos.
E esse mundo é o que me resta.
porque nunca beijo tuas mãos.
E esse mundo é o que me resta.
Você surge, encantadora,
Mas nunca me arrebata.
E só este mundo resta,
Este mundo que nunca é suficiente.
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