A alma requintada, a palavra viva e leve,
Os olhos de quem ama seus jardins de devaneios.
Os olhos de quem ama seus jardins de devaneios.
Preciso ter em quadros tudo aquilo que ela sente
E decorar com eles minha sala à céu aberto.
E decorar com eles minha sala à céu aberto.
Preciso ter as cópias das paisagens dos seus sonhos
E passear por elas fixadas nas paredes.
E passear por elas fixadas nas paredes.
Preciso de amuletos que carreguem sua imagem,
Que lembrem o seu nome,
Que falem sobre ela -
Que lembrem o seu nome,
Que falem sobre ela -
Um doce elogio já lhe feito, uma mecha
Fininha dos cabelos, um pouco de um sorriso.
Talvez alguma folha que caiu do seu caderno,
Ou algo que um dia os seus olhos já miraram.
Fininha dos cabelos, um pouco de um sorriso.
Talvez alguma folha que caiu do seu caderno,
Ou algo que um dia os seus olhos já miraram.

Amor de gato.
ResponderExcluirNovamente ele vem, sorrateiro, alegrar meu dia. Ronronando alegremente em busca de companhia.
Seus modos são gentis, tem toque suave.
Quase inexiste, mas insiste.
Deslizando-se em minha mão.
Não gosta da brisa,
Quando fria o incomoda.
Creio preferir o calor,
Que de suas mãos transborda.
Seu olhar esconde coisas,
às vezes me penetra.
A suavidade que expressa,
É sua experiência de anos nas ruas.
Como todo gato, é livre,
Após tantas noite sob a lua
Entendo e não me atrevo, mas se pudesse,
certamente chamaria "sua".
Bela.
adorei
ExcluirNão está a altura das poesias desse blog, mas tem verdade. Obrigado pelo retorno!
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